Sistema de Ultrassom para combate as cracas
Iates, lanchas, veleiros e catamarãs com cracas tem menor velocidade e consomem até 30% a mais de combustível do que barcos sem cracas.
Supostamente as lanchas com motor de rabeta não tem problemas com cracas por usarem vaga seca, no entanto, basta ficarem na água por 2 semanas que o casco fica contaminado de cracas ainda mais pelo fato de não possuírem nenhum tipo de pintura no gel.
Problema maior ocorre em barcos com casco de madeira em que a incrustação de cracas pode levar ao apodrecimento do casco quando a carapaça da craca ultrapassa a pintura do casco e penetra na madeira.
Flutuantes e atracadores também necessitam de manutenção constante inclusive da parte submersa para remoção das cracas, no entanto, como em muitas marinas já é proibida a raspagem das cracas de embarcações os flutuantes não são limpos devido à dificuldade em içá-los e a formação de cracas e algas muitas vezes é tão grande que chega a cobrir as luminárias submersas.
Para proteção de cascos de madeira, tintas à base de cobre como a CooperCoat podem ser usadas em conjunto com o sistema Anti-Cracas Ultrassônico flutuante que repele as larvas de craca do casco, hélice e leme e a pintura com silicone para evitar o amarelamento da pintura do costado e facilitar a remoção do limo e algas da linha d’água.
O uso dos sistemas Anti-Cracas Ultrassônicos, Ultravioleta e Eletrolise são uma forma de prevenir a incrustação de cracas no casco e nas obras vivas, motores de rabeta e proteger luminárias e flutuantes de marinas eliminado os mergulhos mensais para raspar o casco e reduzindo os gastos de manutenção e consumo excessivo de combustível.
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